10.7.14

Nimbes


Uma criação feita para ser vista em cúpulas e planetários está exposta em Montreal, Canadá.
A exposição é do artista francês Joanie Lemercier.  Ele apresenta performances únicas de luz e instalações criando ilusões de ótica que questionam a percepção do espaço. 
Nimbes coloca os espectadores em um universo fantástico. A viagem dura 15 minutos onde constelações e estruturas arquitetônicas em ruínas são exibidas.
O público fica no centro e o universo se desenrola. Incrível.
Torcemos para que chegue rápido aqui. 


7.7.14

Crônicas de uma menina normal - Crise dos 6





O namoro durou 7 anos.
Eu, com 18, ele mais velho e industrial. Eu já madura para alguns assuntos, ingênua sobre outros.
Ganhei dele presentes lindos, joias, conheci Taiti, Roma, NY, sempre nos melhores hotéis. Restaurantes incríveis. Ouvia sobre bons investimentos, técnicas de negociação, juros compostos e prazo médio. Aprendi muita coisa com ele, cresci.

Enquanto isso acontecia, ele virava o pescoço para olhar outras mulheres, falava que seu tipo de mulher era loira alta, enquanto eu sou morena-tamanho-normal. Às vezes falava que ruivas baixinhas eram atraentes. Fazia questão de flertar com vendedoras de lojas e namoradas de amigos, tudo na minha frente. Tentava seduzir até amiga da prima dele de 14 anos. Recebia telefonemas e recados misteriosos sem nenhum pudor.
Eu, tímida, ficava sem graça, chorava, tentava argumentar. Me sentia manipulada e impotente, fui perdendo o brilho e a autoestima.

Eu, com 24, ele mais novo e surfista. Eu ainda mais madura para alguns assuntos, menos ingênua para outros. Conheci lugares que não imaginei que pudessem ser tão incríveis - um cantinho escuro do estacionamento do prédio, o banheiro da faculdade, os melhores drive-ins.
Aprendi muita coisa com ele.
Cresci.





Laura Lobo

1.7.14

Felicidade é amor. Ponto final.


Li esse texto da Ana Camargo e adorei. Amor cura. E felicidade é amor, foi comprovado em Harvard. Dá pra duvidar? Eu não duvido, nem um pouco. Abaixo o texto.
Muito amor pra vocês. Seremos melhor assim. Certamente.

Em 1938, William T. Grant começou a financiar o que seria notoriamente conhecido como Harvard's Grant Study. É um dos estudos de mais longa duração do desenvolvimento humano.O projeto estudou mais de 200 homens da juventude até a morte em um esforço para determinar quais os fatores que contribuem mais fortemente para o desenvolvimento humano e o que prevê o bem-estar. 
Recentemente, George Vaillant, que dirigiu o estudo por mais de três décadas, publicou o livro Triumphs of Experience. Alguns dados interessantes: 
"O alcoolismo é uma doença de grande poder destrutivo." Na verdade, o alcoolismo é a causa mais forte de divórcio entre os homens.
O alcoolismo também foi relacionado com neurose e depressão.
Juntamente com o tabagismo, o alcoolismo prova ser a maior causa de morte.
Mas o que Vaillant mais escreve é sobre a correlação poderosa entre o calor de seus relacionamentos e sua saúde e felicidade na velhice. Depois que um dos primeiros artigos sobre as conclusões do estudo foi publicado, os críticos questionaram a força dessa correlação. Vaillant voltou para os dados que ele vinha estudando desde os anos 1960 e ficou ainda mais convencido de que o que mais importa na vida são os relacionamentos. 
Os resultados também sugerem que o valor do relacionamento de um homem com sua mãe importa muito na idade adulta. Especificamente: 
Homens que tiveram relações "quentes" da infância com suas mães ganharam uma média de 87,000 dólares a mais por ano do que os homens cujas mães eram indiferentes. 
Homens que viveram uma infância "pobre" com suas mães eram muito mais propensos a desenvolver demência quando velho. 
No final de sua vida profissional, relacionamentos de infância dos homens com suas mães, mas não com seus pais, foram associados com eficácia no trabalho. 
Mas a principal conclusão de Vaillant, em suas próprias palavras: "Os 75 anos e vinte milhões de dólares gastos no Estudo de Grant aponta a uma conclusão de cinco palavras simples:" Felicidade é amor. Ponto final. "


Por Fernanda Martin


30.6.14

Crônicas de uma menina normal - Morno




- Fale a primeira coisa que vem a sua cabeça. A psicóloga perguntou.

- A mesma coisa de sempre. Desanimo total. Falta de vontade de fazer as coisas, falta de coragem para mudá-las.

- Passei o final de semana com o Cláudio e foi...morno. Não é que eu estivesse feliz, mas também não estava triste. Aconteceu aquela coisa de sempre. Passei o tempo inteiro ao lado dele, me perguntando o que teríamos em comum.

- Você acha normal ficar o tempo inteiro com alguém se perguntando o que há em comum entre vocês?

- O que é normal para você? A psicóloga respondeu.

...sempre assim, pensei.

– Pense alto. Ela falou.

- Bom, para mim, o normal seria eu e ele, em pouco tempo de namoro, estarmos transando feito loucos. Mas quando ele chega perto e me da aquele beijo morno me dá vontade de... E o sexo pela manhã. Patético! Morno. Sério, não há outra palavra.

- Você já esta há um tempo reclamando deste homem não é mesmo? Eu gostaria que pensasse no por que ainda esta com ele?

- Para não ficar sozinha, talvez.

- Mas qual é o problema em ficar sozinha?

Sempre essa ladainha. E quem quer ficar sozinha? Pensei.

- Vamos! Estou ouvindo. Pense alto!

- Por um lado até que é bom o fato de ele não gostar de sexo. Por que não é possível que ele goste. Me deixa mais segura.
Malu Ribeiro

24.6.14

Transforme look dia em noite - por Omar De Lucca


Aqui fiz a pele, usei tons terrosos nos olhos, blush, máscara para cílios e batom cor da pele


Para transformar para o look noite passe mais lápis bem rente aos cílios


E esfumace com pincel no canto do olho


Embaixo também passe o lápis e esfumace até o meio dos olhos bem rente aos cílios


Use mais rímel


Pronto! Linda para  a noite:)


23.6.14

A volta do Birkenstock

Tem muita gente que vai ficar feliz com essa tendência. Usar Birkenstock agora é moda. De novo....
Nós gostamos muito. São super confortáveis e estilosos. 
Dá pra usar com tudo!!!
Na mesma onda do normcore, os birkens estão super atuais.
Pra quem guardou aquele velho companheiro de caminhada. 
Tira do armário! Pra quem jogou fora, triste perda:(









16.6.14

Crônicas de uma menina normal - Amigos ?!?!?





Ela ficou chocada quando soube que ele sairia da empresa.
Tomou coragem e escreveu um e-mail. Achava-o engraçado, inteligente e esperto. Tinha uma profunda admiração por ele.

Ele a convidou para almoçar. Foram. E foi daí que começaram uma longa amizade. Encontros casuais para almoços, chás, sorvetes e até mesmo exposições. Sempre no meio da tarde e durante a semana. Muitas vezes trocavam longos e-mails e se falavam por telefone.

Ela casada na época e ele também.

Ele sempre querendo avançar um sinal e ela cortando, mas dando uma cordinha. “Somos amigos e os dois casados!” ela dizia.

Ela não sabia bem se o que sentia era apenas uma grande amizade. Ele deixava muitas vezes transparecer que não era só isso. Mas respeitava a posição dela.

Com o tempo ela se separou, namorou um e outro. Ele teve mais um filho. Foram acompanhando a trajetória um do outro assim à distância. Os altos e baixos um do outro, ela com muitos baixos, já ele, com um alto seguido do outro.

Todos os anos, nos seus aniversários, almoçavam juntos. Ele escolhia os melhores restaurantes e em um deles, cedeu a um capricho dela e pediu um vinho na hora do almoço. Imagina logo ele, que nem de beber gostava, a acompanhando em um vinho durante a semana, em plena hora do almoço.

E assim continuaram, às vezes ele viajava e ligava apenas para se despedir dela.

Foi quando durante um desses almoços ele pediu a ela um presente especial no seu aniversário que seria dentro de alguns meses. Um beijo.

Ela riu e negou.

Demorou dois anos para ele pedir novamente. Só que dessa vez ela topou. Beijaram-se. Foi um beijo longo e bom. Mas que não se repetiria novamente.

Aquilo que supostamente deveria mudar alguma coisa naquela relação, não mudou. Os dois continuaram amigos à distância.

Algumas vezes ele a consolava das tristezas, ouvia seus maiores segredos e ela agradecia por tê-lo, mesmo que longe, em sua vida.
Quando perguntava sobre seu casamento, ele nunca disse uma só palavra que depreciasse a mulher ou a vida de casado. Ao contrário, parecia sempre feliz. Até mesmo sobre traição ela o questionava e a resposta era sempre negativa. 
Um dia ela foi almoçar com as amigas. No final do almoço uma das amigas que havia trabalhado com os dois, mas que mal sabia o quão próximos eram um do outro, contou ali na mesa, sobre o caso que ele tinha com uma grande amiga dela e que já durava anos.
E tudo o que ela fez foi ouvir e disfarçar sua expressão de tristeza. 
Naquele dia teve uma certeza, nunca se sentiu tão traída.

Malu Ribeiro

9.6.14

A fábrica da felicidade





Hoje, vivemos num mundo sem espaço para a tristeza. Écomo medir a sua felicidade pela régua do sucesso do outro. Felicidade seria indicador de status?

Os psicólogos discutem sobre a normose, que é a definição sobre o sofrimento causado em todo aquele que tenta se enquadrar nos modelos pré-estabelecidos para conviver no nosso mundo, e que está gerando um surto de doenças psicossociais.
Eu vejo a "felicidade" estampada numa garrafa de Coca-Cola, ou num saquinho de açúcar, como se existisse uma receita mágica. Dali em diante, eu deveria me sentir melhor? Será que o problema sou eu? Besteira! Vendem a falsa felicidade como se fosse mais fácil conquista-la de fora para dentro.

No Facebook a coisa é bem parecida. A grama do vizinho é mais verde, todos estão felizes, vivendo suas comemorações, compartilhando o sucesso de suas vidas. O sucesso dos meus amigos transborda e sobra, e tudo é compartilhado pelas redes sociais. Meus amigos e suas vidas perfeitas...
Assim como no mundo de Caras, os dissabores, as dívidas, suas dores de barriga e uma crise existencialsimplesmente não tem lugar. Sou eu que estou errada, ou o Facebook distorce a realidade e nos obriga a esconder nossa verdade? O que meus amigos deixam de ganhar se revelarem o que realmente pensam e sentem?

Com a felicidade marketeada, as pessoas se sentem impossibilitadas de sofrer e suas emoções são levadas ralo abaixo. Esquecemos que o sofrimento nos traz aprendizados, e que a dor e as lágrimas que derramamos nos tornam mais fortes à medida que assimilamos e nosconhecemos mais. O que me levou até esse dia de hoje? Como eu me sinto? Quando isso começou?

Que tal começar a encarar o sofrimento de outras formas?

Observe em sua vida momentos sofridos que te fortaleceram e ajudaram a perceber que você é capaz de aguentar mais do que podia imaginar. Aprender sobre aquilo que trouxe sofrimento nos faz crescer como seres humanos, e nos torna uma pessoa melhor, de carne, osso e alma.

Se permitir encarar o sofrimento, nos ajuda a lidar melhor com ele, aceitar o próprio limite, e entender suas causas e possíveis soluções. 

"Às vezes precisamos ir até o fundo do poço, e tomar impulso para voltar."  

Não quero sugerir que você fique mergulhado na tristeza e lá permanecer. Mas pare e olhe de perto, permita-se conhecer seus sentimentos, olhe para dentro. O mundo externo é um reflexo do nosso mundo interno. Existe o sofrimento que nos é imposto a partir de fatores que não podemos controlar: saúde, morte, perdas e danos. Aquilo que precisamos assimilar e sobreviver acima de tudo. Além disso, o que nos trará felicidade serão nossas escolhas, assumir o controle da sua própria vida. A boa notícia é que podemos sempre fazer novas escolhas, isso nos tira do papel de vítima e nos coloca no controle, como responsáveis pela nossa vida e pelas ações que tornam cada dia num processo de felicidade em si. Não apenas um destino surreal e utópico, um produto de marketing enfiado goela abaixo. Felicidade não é status, mas estado de espírito.

Enfim, a vida não é só de momentos tristes. Busque exercitar sua memória e relembrar as coisas boas que você conquistou e já viveu. Afinal, viver implica em lidar com sonhos, conquistas, mas também conviver com frustrações, perdas e dores - bens materiais se deterioram, pais e filhos adoecem, entes queridos se vão, cabelos caem etc. Essa é a eterna impermanência da vida.


Cilene Dantas Bamberg.
Psicológa Clínica

5.6.14

Fondue Slipper - Satsuki Ohata

Satsuki Ohata é um designer freelancer que mora e trabalha em Tokio.
Depois de passar por um rigoroso processo de seleção, conseguiu mostrar seu projeto na mostra Salone Satellite que é a Feira anual de design e novas idéias de jovens arquitetos e estudantes de desenho industrial menores de 35 anos. Salone Satellite é o trampolim mais importante do mundo para os designers do futuro e acontece uma vez ao ano em Milão.
Pois é.... Satsuki introduziu na mostra o seu conceito de sapatos: fondue slipper. Máximo!!!
Queremos muito que ele seja concebido porque o sucesso é certo!
As fotos dizem tudo:)


http://satsuki.co/fondueslipper.html








2.6.14

Crônicas de uma menina normal - Rugas de preocupação





Tínhamos saído para jantar, eu estava exausta, mas ainda ria de suas historias sobre trapalhadas no trânsito. Como é bom quando um relacionamento recente começa a mostrar ares de intimidade e podemos confessar nossos pontos fracos e rir deles juntos. Comemos uma pizza e eu, morrendo de sono, já piscava pesado quando ele pediu a conta.
Na volta pra casa àquela sensação de moleza tomou conta de mim de uma forma gostosa, o banco do carro me abraçou e relaxei. Comecei a pensar na vida, especialmente no meu trabalho que tinha se tornado tão monótono e como a sexta-feira era um momento de prazer. A semana não trazia muita satisfação, as atividades já não tinham mais aquele brilho, eu também não mostrava mais a mesma motivação de antes. Eram mais de dez anos na mesma empresa e o chefe, antes super admirado, agora parecia apenas um lunático com idéias idiotas.
Me vi no retrovisor lateral, estava escuro, mas a pouca iluminação das ruas e avenidas eram suficientes para me lembrar que o tempo tinha mesmo passado. O meu rosto denunciava o tédio de uma semana de trabalho arrastada e umas rugas na testa que eu ainda não tinha notado. Rugas profundas. As linhas de expressão em volta dos lábios estavam mais aparentes e notei como estava com olheiras. Lembrei na mesma hora de marcar a dermatologista. Será que não existe um creme milagroso pra devolver a vitalidade ao meu rosto? Podia haver uma pílula também que trouxesse de volta o ânimo que eu tinha no começo da carreira, pensei. Eu tinha que fazer algo, a vida passa rápido e eu não podia criar mais rugas por conta de um trabalho que tinha se tornado tão desmotivador.
Estava ali parada, viajando em pensamentos filosóficos sobre os efeitos do tempo na nossa pele e na nossa alma.
O farol abriu.
- Conhecia?
Eu, saindo daquele semi-transe, assustada: - Hã?!!!
- Você conhecia?
- Hã? O quê? - perguntei, tentando entender.
- Não precisa disfarçar Luana, eu vi. O cara do Audi que você estava olhando.
Virei rapidamente para o lado, vendo os carros passarem - Quem???
- Você o conhecia ou estava olhando porque achou bonito?
Silêncio.
Ele, fingindo naturalidade - Tudo bem Luana, às vezes a gente acha alguém bonito, e você pelo visto não consegue disfarçar. Só admita logo e fala se conhecia. Só isso!
Tento arregalar os olhos pesados, embasbacada.
E então ele alterado, fingindo se controlar sem sucesso - Eu vi bem sua expressão, você tava viajando na do cara. Assim fica complicado, não estou acostumado com esse tipo de desrespeito! Aliás, vai ser difícil me acostumar a conviver com uma mulher assim tão descarada, muito difícil!

Difícil é pouco. Bocejei.

Laura Lobo


28.5.14

Olhos de Enxergar

Uma vez, na minha faculdade, uma professora falou: Temos que ter olhos de enxergar. Isso me marcou.

A gente vê, mas não enxerga sempre.
E tem gente que não quer enxergar nada, só o que cobiça. Só o que inveja.
É como não enxergar. 
Fui olhada assim. Ninguém me viu. Não havia inveja nem cobiça. Sumi.
Fui observada. Olharam meu cabelo e meu corpo. Não viram meu rosto enquanto nos falávamos. Fiquei sem rosto. Sem face. Não interessava.
Pena.
Tenho muito o que trocar. Mas não importa. Gente assim, também nem quero ver. Mas sempre enxergo. Tudo.
Porque me interessa.


Por Fernanda Martin

21.5.14

Yayoi Kusama em São Paulo

Amanhã, dia 22 de maio, começa a exposição Obsessão Infinita de Yayoi Kusama no Instituto Tomie Ohtake.
Com aproximadamente 100 obras cobrindo o período de 1949 a 2012, Obsessão Infinita traça a trajetória da artista e traz pinturas, esculturas, instalações e vídeos, incluindo a famosa "Dots Obsession".
Yayoi Kusama vive atualmente no Japão e mora voluntariamente em uma instituição psiquiátrica. É a artista viva mais celebrada do Japão. Justo!
Programe-se: de 22 de maio a 27 de julho no Instituto Tomie Ohtake.
Estaremos lá:)



20.5.14

Nova linha de roupas Havaianas


A Havaianas Lança nova linha de roupas que terá 500 itens. A linha inclui biquínis, sungas, bermudas, camisetas, shorts e saídas de praia. Marcio Utsch, presidente da Alpargatas –dona da Havaianas–, diz que a meta é que as roupas representem, dentro de cinco anos, 10% do faturamento de Havaianas. 
As peças serão de tecido natural e coloridas, sem preto, diz a diretora da marca, Carla Schmitzberger.
Os preços começam em R$ 49,00 (regata simples) e vão até R$ 250 (calça de linho).
Neste primeiro momento, as peças estarão a venda apenas nas três lojas próprias da marca –rua Oscar Freire e Shopping Iguatemi, em São Paulo e Leblon, no Rio. A primeira a abrir será a loja da Oscar Freire, hoje! A reforma e a adaptação da loja é de Isay Weinfeld, arquiteto responsável pelo projeto original.
Imperdível:)


16.5.14

Água

Muitas mulheres me pedem dicas para melhorar a pele. A melhor e mais poderosa é a mais simples: tomar água.
Quando o corpo está hidratado, a circulação melhora. Evita, portanto os inchaços.
Os cremes hidratantes atingem a camada superficial da derme, enquanto que a água hidrata as camadas mais profundas.
As fibras de colágeno dependem da água para a sua renovação e seu bom funcionamento.
Tomar água ajuda a eliminar as impurezas do organismo e ajuda a emagrecer!
Então, ao invés de gastar tanto em cremes supostos milagrosos, comecem a tomar muita água. Tenho certeza que o retorno será maravilhoso!
Bom final de semana:)


Por Omar de Lucca


14.5.14

A importância dos contos e histórias para as crianças



 
Provavelmente você que está lendo este texto já passou pela experiência de ouvir um conto na infância, talvez guarde na memória uma lembrança um momento de escuta em que alguém importante, pai, mãe, avó, professor, pôde contar algo. E ainda, se essa história está guardada em sua memória, se mesmo tanto tempo depois ela se faz presente é porque pôde ser contada e ouvida com o coração
Os contos e os mitos desde sempre estiveram presentes nas mais diversas culturas e sociedades. O hábito de contar histórias atravessa gerações e possibilita o compartilhamento de experiências e saberes adquiridos sobre a vida e a existência ao longo do tempo, assim como são capazes de preservar os costumes e tradições de um povo. 


Infelizmente esse hábito vem desaparecendo em muitas famílias. Esses momentos de compartilhamento e cultivo perdem espaço para a correria do dia-a-dia, para as tarefas e atividades das crianças, televisão e computador.
Estudos comprovam que o hábito de contar histórias promove nas crianças uma abertura em relação aos aspectos do mundo, aumento da curiosidade, melhor aceitação de aspectos bons e ruins da vida (afinal, os contos apresentam as mais diversas situações: personagens bons, finais tristes, desfechos surpreendentes), contribuem para um repertório criativo, e auxiliam numa atitude resiliente na vida adulta, pois adultos que ouviram histórias são capazes de encontrar um refúgio em si nos momentos em que a realidade apresenta-se como algo insuportável.
Por isso, se você é pai ou mãe, reserve um tempinho para contar histórias ao seu filho(a). Comece pelas histórias que mais gostava de ouvir quando criança! Além de todos os benefícios citados acima, certamente esses momentos fortalecerão a relação de vocês, além de deixar uma lembrança para a vida toda!

Letícia Brodoloni
Psicóloga Clínica
leticiabrodoloni@gmail.com


12.5.14

Street Store no Brasil

The Street Store é um projeto que tem como princípio a doação. A mecânica é simples: montar uma "loja" na rua para beneficiar a população carente e/ou moradores de rua. A "loja" funciona em um local determinado onde as pessoas devem levar itens de vestuário para serem doados e as pessoas que precisam passam para pegar. 
Não são raras as histórias que mostram que, em muitos casos, morar na rua se torna um círculo vicioso por falta de oportunidade de se reerguer e mesmo de se apresentar bem em uma entrevista de emprego.

Criada pela M&C Saatchi, promove um novo olhar sobre a moda enquanto fonte de bem estar.
Qualquer pessoa pode imprimir os cartazes disponíveis no site da iniciativa e montar uma “loja gratuita” na calçada da sua cidade. Assim, moradores de rua podem não apenas se vestir com roupas limpas, mas também ter a possibilidade de escolher o que desejam usar

The Street Store acontecerá em São Paulo no dia 16/05/2014 das 8 às 18h no Largo da Batata em Pinheiros. N 2868- 2906 Pinheiros, São Paulo, 05424-010 Brasil

Mai informações aqui:

https://www.facebook.com/events/1423656694550742/?ref=22

E aqui: http://thestreetstore.org/


 
   













7.5.14

Ricardo Almeida para Mulheres


Confesso que conhecia muito pouco da linha feminina do Ricardo Almeida. Fui lá ver e.... Amei!
Descobri que é a quinta coleção que ele desenvolve para mulheres. Ele apostou na coordenação de três peças, desenvolvendo trios que podem ser combinados de diferentes maneiras, ampliando as possibilidades de uso de cada peça e facilitando a transição dia/ noite com a mudança de uma das peças. Demais:)
Criou a coleção pensando na mulher contemporânea que tem mil coisas para fazer ao longo do dia e, mesmo assim, quer se manter elegante e bonita. Arrumada!
As camisas são super confortáveis, as calças e blazers impecáveis. Toda a coleção tem um corte bem moderno e atual.
Para arrematar a produção tem acessórios como lenços, maxigolas, tops e palas avulsas.
Tudo incrível.
Vai lá: Rua Bela Cintra, 2093